Oração para eliminar o cansaço e a exaustão

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🙌  Querido Deus, reconheço que o Senhor é a vida e a alegria de viver dentro de mim. Reconheço que o Senhor é o que há de mais permanente em minha vida. Reconheço que o Senhor é a harmonia que leva à perfeição presente em tudo. Reconheço que o Senhor é a força no mais íntimo do meu ser, graças à qual sou capaz de fazer qualquer coisa. Neste momento, convoco a harmonia que é Deus para ocupar minha mente. Neste momento, convoco a alegria que é Deus para ocupar meu coração. Neste momento, convoco a força que é Deus para ocupar todo meu corpo. Posso agora descansar, porque sei que, onde quer que eu esteja, Deus ocupa todo meu ser. E, como Deus me habita, tudo é possível. Agradeço, meu Deus, por renovar-me em minha mente, meu corpo e meu espírito. Agradeço, meu Deus, por revitalizar-me em minha mente, meu corpo e meu espírito. Muito obrigado Senhor, e assim seja.  Amém!

História de Zé Pilintra




José dos Anjos, nascido no interior de Pernambuco, era um negro forte e ágil, grande jogador e bebedor, mulherengo e brigão. Manejava uma faca como ninguém, e enfrentá-lo numa briga era o mesmo que assinar o atestado de óbito. Os policiais já sabiam do perigo que ele representava.

Dificilmente encaravam-no sozinhos, sempre em grupo e mesmo assim não tinham a certeza de não saírem bastante prejudicados das pendengas em que se envolviam.

Não era mal de coração, muito pelo contrário, era bondoso, principalmente com as mulheres, as quais tratava como rainhas. Sua vida era à noite. Sua alegria, as cartas, os dadinhos a bebida, a farra, as mulheres e por que não, as brigas. Jogava para ganhar, mas não gostava de enganar os incautos, estes sempre dispensava, mandava embora, mesmo que precisasse dar uns cascudos neles. Mas ao contrário, aos falsos espertos, os que se achavam mais capazes no manuseio das cartas e dos dados, a estes enganava o quanto podia e os considerava os verdadeiros otários.
Incentivava-os ao jogo, perdendo de propósito quando as apostas ainda eram baixas e os limpando completamente ao final das partidas. Isso bebendo aguardente, cerveja, vermouth, e outros alcoólicos que aparecessem.

No Nordeste do País, mais precisamente em Recife (na religião que conhecemos como Catimbó), ainda que nas vestes de um malandrão, a figura de Zé Pilintra, tem uma conotação completamente diferente. Lá, ele é doutor, é curador, é Mestre e é muito respeitado. Em poucas reuniões não aparece seu Zé.

O reino espiritual chamado “Jurema”, é o local sagrado onde vivem os Mestres do Catimbó, religião forte do Nordeste, muito aproximada da Umbanda, mas que mantém suas características bem independentes.

Na Jurema, Seu Zé, não tem a menor conotação de Exu, a não ser quando a reunião é de esquerda, por que o Mestre tem essa capacidade. Tanto pode vir na direita ou na esquerda.

Quando vem na esquerda, não é que venha para praticar o mal, é justamente o contrário, vem revestido desse tipo de energia para poder cortá-la com mais propriedade e assim ajudar mais facilmente aos que vem lhe rogar ajuda.

No Catimbó, Seu Zé usa bengala, que pode ser qualquer cajado, fuma cachimbo e bebe cachaça. Dança côco, Baião e Xaxado, sorri para as mulheres, abençoa a todos, que o abraçam e o chamam de padrinho.

Salve Seu Zé Pelintra!
Salve o Malandro!

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