Magia para a pessoa sair dos seus caminhos

Imagem
Pode ser usado para alguém do seu serviço, para pessoas do seu ciclo social, amor ou até mesmo familiares.  Dona Cacurucaia que irá trabalhar 🥰🔥 Separa a vela preta.  Em um alguidar coloque o nome completo farinha de mandioca regada com bastante cachaça e mexa bem com as mãos.    Por cima coloque raspa de chifre de veado ( tem em casa de artigos religiosos ou na internet).  Joga por cima , junto com bastante erva de corredeira.  Por cima , finca 7 cigarros de filtro branco acesos.  Acende a vela preta ao lado e chama cacurucaia fazendo seus pedidos com muita fé!  Quando a vela terminar de queimar você pode colocar tudo que estiver no alguidar em um saquinho, e entregar na encruzilhada sem dar nó.  O alguidar se lava e usa novamente.  Quando seu pedido for atendido não esqueça de agradecer!  Leva uma rosa vermelha para o mesmo lugar e agradeça.

Mãe Iemanjá



Na mitologia yorubá (ioruba), Iemanjá, cujo nome tem significado de mãe dos filhos-peixe, é filha de Olokun, soberano dos mares, que deu a ela, quando criança, uma poção que a ajudasse a fugir de todos os perigos.

A deusa cresceu e se casou com Oduduá, com quem teve 10 filhos orixás (por isso seu nome significa também mãe de todos orixás). O ato de amamentar seus herdeiros fez com que seus seios ficassem enormes, e isso deixou ela com vergonha.

Cansada do casamento, Iemanjá resolveu abandonar Oduduá e ir atrás da felicidade. Nesta jornada apaixonou-se pelo rei Okerê. Porém, para ficar com ele, a Rainha do Mar exigiu uma condição: que seus seios enormes jamais fossem motivo de chacota, ele concordou imediatamente.

Os contos revelam que um dia, após Okerê bebeu muito e começou a zombar dos seios de Iemanjá. Ela ficou arrasada e fugiu. O rei tentou perseguí-la para desculpar-se, mas já era tarde. A Rainha do Mar usou a poção que ganhou de seu pai para escapar, transformando-se em um rio que encontrava o mar.

Desesperado e com medo de perder a esposa, Okerê transformou-se em uma montanha, ele queria impedir o curso do rio, antes que este chegasse ao mar. Iemanjá pediu ajuda ao filho Xangô e ele, com um raio, partiu a montanha ao meio, permitindo que a água seguisse o seu caminho. Desta forma Iemanjá encontrou o oceano e tornou-se a “Rainha do Mar”.
Sobre Iemanjá

É considerado o orixá mais popular do Brasil (e também em Cuba), é o único que tem festas públicas e feriados em sua homenagem. Isso acontece porque a Rainha do Mar é a padroeira dos pescadores, decidindo o destino de todos aqueles que entram no mar.

O Brasil tem uma costa gigantesca tornando a pesca uma atividade comum nas cidades praianas, além de todo um comércio relacionado aos produtos do mar. Diante disso, os pescadores sempre lembram e pedem proteção para Iemanjá para que a pescaria seja farta e segura. Ela também é lembrada por familiares daqueles que se aventuram no mar, pedindo que a jornada seja concluída sem perigo.

02 de fevereiro é celebrado o dia de Iemanjá. A maior festa dedicada a Rainha do Mar ocorre em Salvador, capital da Bahia. Neste dia, milhares de pessoas vestem branco e fazem um procissão até o templo de Iemanjá. Outras seguem até o mar para adorá-la e agradecer as bençãos que ela concedeu, além de entregar presentes em agradecimento.

Além desta data, devotos realizam celebrações também em 15 de agosto e 31 de dezembro, por conta da virada de ano e as simpatias das 7 ondas.

Influência da Rainha do Mar no Brasil

Tudo começou com a chegada dos africanos ao país. Iemanjá é um orixá da religião do povo Egba, nativos da cidade de Abeokuta, na Nigéria. A Rainha do Mar é conhecida como divindade das águas doces e salgadas. Porém nos dias de hoje é reverenciada no Candomblé, Umbanda, Xambá, Omolokô e Vodu haitiano. Sua influência é percebida em canções diversas, histórias, novelas e filmes.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Simpatia para afastar pessoa indesejada com gelo

Simpatia do Tomate Para Fazer o Homem Broxar

Maçã do Amor Cigana